COTIDIANO

Entre Rios do Oeste registra ações de limpeza do Lago de Itaipu

O programa da recolha deste lixo acontece cada quatro meses, sendo que cada arrastão rende em torno de duas toneladas

Entre Rios do Oeste
AÇÃO DE LIMPEZA | 06/07/2017 09h55

Entre Rios do Oeste registra ações de limpeza do Lago de Itaipuc (Foto: Divulgação/ Assessoria )

Nesta quarta-feira (05) foram registrados os trabalhos de recolha de resíduos não perecíveis no entorno do lago de Itaipu em cinco pontos de pesca localizados no município de Entre Rios do Oeste. As atividades foram iniciadas no ponto de pesca do senhor Valter Kist, que diz ser autor do requerimento na Câmara de Vereadores na ocasião em que exercia o cargo de edil há 05 anos, fazendo referência da necessidade de recolher periodicamente todo o lixo não perecível trazido pelo lago e também pelo ser humano.

As ações foram sendo desenvolvidas até ao ponto de se firmar um convênio entre a Itaipu Binacional que coordena os trabalhos, as Prefeituras Municipais que disponibilizam um caminhão e funcionários, a Colônia de Pescadores que executam os trabalhos e a Associação dos Municípios Lindeiros que fornece o combustível para a recolha do lixo e repassa um valor monetário de acordo com o número de pescadores que participam.

Segundo o pescador Valter Kist, “a recolha deste lixo começou timidamente há 05 anos, e hoje virou uma lei ambiental em que estão envolvidas quatro entidades que constantemente fazem campanhas de conscientização ambiental”, comemora. O pescador informa que hoje se mantém o programa da recolha deste lixo a cada quatro meses, sendo que  cada arrastão rende em torno de duas toneladas.

A Itaipu esteve representada pelo seu técnico especializado na área de Meio Ambiente, Alderico Coltro, responsável na extensão da beira lago de Entre Rios do Oeste até o município de Guaíra. Ele tem compensado cada ponto de pesca pelo trabalho executado, com uma razoável quantidade de mudas nativas de Palmito e de Pitanga. De acordo com o técnico Alderico, “na atualidade, estamos ampliando as atividades de plantio de espécies nativas nas áreas cedidas para implantação dos pontos de pesca, objetivando uma maior diversidade florestal na faixa de proteção”, assegura. 

Com informações de Assessoria


  


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