COTIDIANO

Terras mais valorizadas do estado estão na região de Maringá

Hectare foi avaliado em até R$ 75,8 mil nos municípios da região

Paraná
pesquisa | 07/08/2017 15h06

Maringá está situada entre as áreas de solos férteis que vão desde Foz do Iguaçu, passando por todo o oeste até a região norte do estado (Foto: Agência Estadual de Notícias/Divulgação )

As terras mais valorizadas do Paraná estão na região de Maringá, segundo levantamento do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e Abastecimento (Seab), divulgado nesta sexta-feira (04).

Conforme a pesquisa, o hectare foi avaliado em até R$ 75,8 mil nos municípios da região, enquanto o valor médio das terras no estado é de R$ 61,8 mil o hectare, considerando as áreas mais planas e de boa fertilidade.

De acordo com o Deral, Maringá está situada entre as áreas de solos férteis que vão desde Foz do Iguaçu, passando por todo o oeste até a região norte do estado, onde as terras são mais planas e permitem o uso intensivo do solo – por isso, mais disputadas e valorizadas no mercado.

Romoaldo Carlos Faccin, chefe regional da Seab em Maringá, explica que o município e outros da região têm terras derivadas do basalto – solo de melhor qualidade para agricultura – e, em geral, são planas. "Além disso, esses municípios têm áreas agricultáveis bem próximas das sedes das cidades", afirma.

Segundo ele, os municípios com solo de melhor qualidade da região são Maringá, Sarandi, Marialva, Floresta, Itambé, Ivatuba, Paiçandu, Doutor Camargo, Ourizona, Mandaguari – com a ressalva de ter partes mais acidentadas –, e as cidades da região do Vale do Ivaí.

A pesquisa levantou também as terras de uso mais restrito, que têm valores médios de R$ 5,3 mil o hectare, geralmente locais de morro. As áreas de menor valor no estado localizam-se no município de Coronel Domingos Soares, no sudoeste do Paraná, onde a média por hectare foi de R$ 1,3 mil.

Avaliação

De acordo com o diretor do Deral, Francisco Carlos Simioni, a Seab está disponibilizando um produto, com base em uma nova metodologia, que visa dar um referencial de preços de terras agrícolas no Paraná, e que reflita a realidade. Os estudos duraram cerca de 12 meses e os valores médios foram calculados para que tenham validade institucional e técnica, segundo ele.

Com informações de G1 Paraná


  


Comentários

ACESSAR SUA CONTA PARA COMENTAR    ou   CADASTRE-SE

Comente esta notícia

Ao enviar seu comentário você concorda com os Termos de Uso deste espaço.


 
Facebook Twitter WhatsApp