COTIDIANO

Encontro reúne famílias do Programa Família Acolhedora em Marechal Rondon

O município de Marechal Cândido Rondon está em fase de implantação do programa

Mal. Cândido Rondon, Entre Rios do Oeste, Mercedes, Nova Santa Rosa, Quatro Pontes, Pato Bragado
reunião | 06/09/2018 07h46

As famílias acolhedoras se responsabilizam por cuidar das crianças e adolescentes em situação de risco, até que retornem à família de origem, ou sejam encaminhadas para adoção (Foto: Divulgação )

Aconteceu na manhã de quarta-feira (05), na Universidade Estadual do Oeste do Paraná – Unioeste, encontro organizado pelo Ministério Público do Estado do Paraná (Promotoria da Infância e Juventude de Marechal Cândido Rondon) para troca de experiências entre as equipes técnicas responsáveis pelo serviço de acolhimento familiar conhecido como “Programa Família Acolhedora”, com a participação dos municípios que compõem a comarca (Marechal Cândido Rondon, Mercedes, Pato Bragado, Entre Rios do Oeste, Quatro Pontes e Nova Santa Rosa).

O município de Marechal Cândido Rondon está em fase de implantação do programa. Já os demais municípios, todos eles dispõem do serviço, contando com várias famílias cadastradas, que recebem, de forma contínua, orientação e capacitação para desenvolver de forma satisfatória o serviço.

As famílias acolhedoras, em resumo, se responsabilizam por cuidar das crianças e adolescentes em situação de risco, até que retornem à família de origem, ou sejam encaminhadas para adoção.

As famílias acolhedoras não tem por objetivo a adoção da criança ou adolescente, mas apenas o acolhimento provisório, enquanto a criança ou adolescente ainda não se encontre em situação de retorno à convivência familiar ou adoção.

Para ingressar no programa, a família acolhedora passa por criteriosa avaliação e treinamento. Para ser uma família acolhedora e receber crianças e adolescentes temporariamente em casa, é preciso, dentre outras coisas, ter disponibilidade de acomodação na residência, estar em boas condições de saúde física e metal, não possuir antecedentes criminais e proporcionar convivência familiar sadia. Em outras palavras, é preciso proporcionar um ambiente saudável para a criança ou adolescente.

A ideia principal do programa é evitar que as crianças e adolescentes sejam “institucionalizadas”, ou seja, que não fiquem em abrigos à espera da adoção ou do retorno à família de origem.

Nos municípios da Comarca, as famílias acolhedoras, quando recebem crianças ou adolescentes, recebem alguns benefícios, que vão desde ajuda financeira até isenção de IPTU e taxa de água, dependendo do município,

 Os interessados em se cadastrar do programa podem entrar em contato com a Secretaria de Assistência Social do seu município para maiores informações.

Com informações de Assessoria


  


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