POLICIAL

Morte de presos da cadeia de Toledo pode estar ligada ao consumo de coquetel de cocaína

Para a Comissão dos Direitos Humanos da OAB, mortes são reflexos da condição da superlotação da cadeia

Paraná
investigação | 10/10/2018 09h19

Laudos toxicológicos e de necropsias devem comprovar se esta foi mesmo a causa das mortes (Foto: CATVE )

Só este ano, três presos da Cadeia Pública de Toledo morreram do dia para a noite de parada cardíaca e falência de órgãos, chamando a atenção da Polícia Civil. A partir disso, iniciou-se um inquérito, que está prestes a ser concluído, mas já tem algumas suspeitas.

A suspeita é que as mortes tenham sido provocadas por uma mistura feita com uma colher de cocaína em uma garrafinha de água. O coquetel provoca a morte em 2 horas, por falência múltipla dos órgãos.

Laudos toxicológicos e de necropsias devem comprovar se esta foi mesmo a causa das mortes. Mas para a Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados de Toledo, os casos são reflexos, principalmente, da condição de superlotação da cadeia. Em Toledo, por exemplo, são em média de 170 presos para um espaço projetado para 46 pessoas. Por isso, a OAB, que acompanha as investigações, avalia que são necessárias intervenções do Estado para evitar novos casos.

Com informações de CATVE


  


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