COTIDIANO

Creas de Pato Bragado dá mais um passo no acompanhamento das famílias acolhedoras

Capacitação introdutória foi realizada com duas famílias inscritas no serviço

Pato Bragado
Capacitação | 05/12/2018 07h41

Abertura contou com a presença da secretária Marli Wollmann, seguida das explicações da assistente social, Rafaela Melo Damasceno Couto e psicóloga Andrinea Cordova da Rosa (Foto: Marili Koehler )

Profissionais do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), com apoio da Secretaria de Assistência Social de Pato Bragado, realizaram no início da tarde de terça-feira (04), capacitação introdutória para as duas famílias acolhedoras do município e demais pessoas interessadas em conhecer o serviço de acolhimento familiar de crianças e adolescentes.

Além do acompanhamento domiciliar, as famílias acolhedoras são instruídas sobre o papel que assumem como parceiras no atendimento dos filhos que foram afastados da família por estarem em situação de violência e na preparação para o retorno à família biológica ou substituta.

A abertura contou com a presença da secretária de Assistência Social, Marli Wollmann, seguida das explicações ministradas pela coordenadora do Creas, assistente social, Rafaela Melo Damasceno Couto e psicóloga Andrinea Cordova da Rosa. Elas discorreram acerca da legislação pertinente, Estatuto da Criança e do Adolescente (Eca), no que consiste o serviço de acolhimento familiar e porque as crianças e adolescentes são acolhidos, funcionamento, objetivos, vantagens e benefícios desse serviço em relação a outros de acolhimento de crianças e adolescentes, bem como os critérios estabelecidos para ingressar no Família Acolhedora. Na oportunidade, os membros de uma família que já foi acolhedora também foram convidados a relatar suas experiências.

Conforme Rafaela e Andrinea, o Família Acolhedora iniciou em junho de 2014 e, antes disso, as crianças e adolescentes que precisavam ser afastados da convivência familiar eram acolhidos na “Casa Lar” em Marechal Cândido Rondon.

O Creas também dispõe de uma sala para atendimento de crianças e adolescentes vítimas de algum tipo de violência, de forma lúdica e menos traumática possível para que possam relatar os problemas sofridos.

Com informações de Assessoria


  


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