POLÍTICA

Justiça concede liberdade provisória a presos em operação que investiga vereador Nilson Hachmann

Quatro pessoas foram presas no dia 15 de maio; Gaeco apura crimes praticados contra a administração pública

Mal. Cândido Rondon
Pula-Pula | 29/05/2019 09h27

(Foto: AquiAgora.net )

A Justiça concedeu liberdade provisória a três pessoas que foram presas Operação Pula-Pula, que apura crimes contra a administração pública em Marechal Cândido Rondon. A decisão foi publicada nesta segunda-feira (27).

As prisões foram feitas no dia 15 de maio pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Paraná (MP-PR).

Além dos três presos, o vereador de Marechal Cândido Rondon Nilson Hachmann (PSC) também foi detido. O parlamentar foi solto na quinta-feira (23) após pagar fiança de R$ 30 mil. O mandato dele foi suspenso como condição para a liberdade provisória.

A Justiça determinou que os três presos paguem fiança de 30 salários mínimos. Eles também estão proibidos de manter contato entre eles, de sair da cidade, além de se aproximar da Câmara Municipal.

Os investigados não podem participar de processos envolvendo contratos com o poder público, conforme a decisão.

Operação Pula-Pula

Segundo o MP, o vereador Nilson Hachmann era proprietário de empresas registradas em nome de terceiros.

As empresas participavam de licitações no município em áreas como de obras públicas e pavimentação rural, o que contraria a proibição de contratação com o setor público. De acordo com a denúncia, a fraude passa de R$ 6 milhões.

No dia da operação, quadro pessoas foram presas. Vinte mandados de busca e apreensão também foram cumpridos pelo Gaeco.

À época, a defesa do vereador disse que a prisão dele foi precipitada, pois não havia elementos que levassem à necessidade da prisão, uma vez os fatos investigados são antigos.

Quanto à suspensão do mandato, a defesa informou que iria entrar com um pedido para derrubá-la.

Com informações de G1 Paraná


  


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