COTIDIANO

Seis marcas de azeite de oliva têm vendas proibidas por causa de fraudes

O Paraná está entre os estados onde foram encontrados produtos irregulares

Paraná, Geral
fiscalização | 09/07/2019 16h27

(Foto: Divulgação )

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) proibiu a venda de azeites de oliva de seis marcas após a fiscalização ter encontrado produtos fraudados e impróprios ao consumo. O Paraná está entre os estados onde foram encontrados produtos irregulares.

A proibição foi resultado de uma operação realizada em 12 de maio, pela Delegacia de Polícia de Guarulhos (Demacro – PC/SP), que descobriu uma fábrica clandestina de azeites falsificados, com mistura de óleos, sem a presença de azeite de oliva.

Até a próxima segunda-feira (8), deverão ser recolhidos dos supermercados e atacados de todo o país os azeites das marcas Oliveiras do Conde, Quinta Lusitana, Quinta D’Oro, Évora, Costanera e Olivais do Porto.

Os responsáveis pelas marcas são Rhaiza do Brasil Ltda, Mundial Distribuidora e Comercial Quinta da Serra Ltda.

Os produtos fraudados foram encontrados no Paraná e mais sete estados: Alagoas, Goiás, Mato Grosso, Paraíba, Pernambuco, Santa Catarina e São Paulo.

Agora, os comerciantes que forem flagrados vendendo os produtos serão denunciados à Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão, do Ministério Público Federal (MPF), encaminhados à Polícia Judiciária para eventual responsabilização criminal e multados em R$ 5 mil por ocorrência com acréscimo de 400% sobre o valor comercial dos azeites.

A adulteração e falsificação de azeite de oliva, além de ser fraude ao consumidor, é crime contra a saúde pública.

O Ministério alerta que o consumidor deve desconfiar de azeites muito baratos, pois, em geral, são fraudados. Os produtos fraudados custam em média entre R$ 7 e R$ 10. O verdadeiro azeite de oliva tem preço a partir de R$ 17.

Com informações de Paraná Portal


  


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